Tratamentos de Calor: Termoterapia com Infravermelho Longo

Como matar células de câncer e aliviar a dor rapidamente através do uso de calor

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O que diz o National Cancer Institute (órgão do governo americano de pesquisas e formação sobre o câncer)? “A hipertermia, também chamada de terapia térmica ou termoterapia, é um tratamento para o câncer que consiste em expor tecidos corporais a altas temperaturas. Pesquisas demonstram que, quando expostas a altas temperaturas, as células cancerosas podem ser danificadas ou eliminadas, geralmente com danos mínimos aos tecidos normais. Diversos estudos constataram uma redução significativa do tamanho do tumor através da combinação da hipertermia e outros tratamentos.”

A hipertermia pode tornar algumas células cancerosas mais sensíveis, otimizando os efeitos de outros medicamentos antitumorais. A medicina ocidental utiliza a hipertermia com radiação e quimioterapia. A Terapia Natural Alopática utiliza a hipertermia com medicamentos quimioterápicos naturais muito mais seguros e eficazes do que os métodos ortodoxos, cujos efeitos colaterais são devastadores.

O que diz a American Cancer Society (organização americana voluntária de combate ao câncer)? “Hipertermia é o estado em que a temperatura do organismo está acima do normal. A ocorrência de altas temperaturas no organismo, como febre ou hiperpirexia, em geral é causada por doenças. No entanto, o termo hipertermia também é usado para referir-se ao tratamento de calor, uma técnica que utiliza o calor para fins médicos sob rígido controle. Quando as células do organismo são expostas a temperaturas acima do normal, sofrem alterações em seu interior. Tais alterações podem tornar as células mais sensíveis à radioterapia ou quimioterapia. Temperaturas elevadas podem matar células cancerosas imediatamente.

Existem diversos agentes e terapias de combate ao câncer que contribuem para a alteração do perfil fisiológico do tecido canceroso, considerando a situação das células saudáveis e semi-saudáveis. Alterando-se o nível de oxigênio dos tecidos, altera-se as consequências do câncer e outras doenças. Um dos caminhos é a aplicação de calor ao organismo.

A hipertermia baseia-se no princípio de que as células cancerosas são mais sensíveis e intolerantes aos efeitos do calor excessivo do que as células normais. Os tumores têm dificuldades em adaptar a circulação sanguínea aos efeitos de altas temperaturas, por isso a hipertermia pode reduzir o fluxo sanguíneo para o tumor.

Murray Pearson enfrentou um voo de 25 horas e gastou US$25.000 com um tratamento de três semanas baseado na hipertermia, um novo tratamento que faz muito sucesso no exterior. A hipertermia é um tratamento de combate ao câncer que salva vidas, utilizado em diversos países europeus, mas não é preciso sair de casa para fazê-lo. O tratamento pode ser realizado com segurança e eficiência em casa por uma pequena fração do custo usando-se um Bio-Mat; a versão profissional, para o corpo inteiro, da esteira de infravermelho longo custa cerca de US$1.500, e a versão mini custa cerca de US$500.

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O Bio-Mat é uma esteira de infravermelho longo disponível em vários tamanhos, inclusive nos tamanhos king e queen, que podem ser usados sobre o colchão. O dispositivo também está disponível em formato de travesseiro. O produto utiliza infravermelho longo, cristais de ametista e terapia de íons negativos. O usuário tem uma sensação de energia térmica profunda e penetrante que aumenta o bem-estar e acelera o processo de cura.

Basicamente, o dispositivo massageia o corpo no nível molecular, melhorando a circulação linfática e sanguínea, aumentando a atividade enzimática, reduzindo a acidez, equilibrando o pH e facilitando a desintoxicação.

A desorganização vascular de tumores sólidos resulta em um microambiente desfavorável no interior dos tumores. Consequentemente, as células tumorais já estão sob stress devido à baixa quantidade de oxigênio, concentrações de ácido acima do normal e falta de nutrientes, por isso têm menos condições de tolerar o stress adicional causado pelo calor do que as células de tecidos normais.

Com um segundo Bio-Mat (US$500), os tratamentos podem ser aplicados na frente e atrás, e tem-se acesso ao melhor sistema de combate ao câncer com infravermelho longo, à disposição em qualquer lugar. Se você não quiser que o tratamento seja feito em seu próprio quarto, o Advanced Cancer Treatment Institute oferece tratamentos pelo preço módico de US$18.000.

Medicina levada a sério

Quando o organismo (o sistema imunológico) perde o controle, ficamos doentes, afetados por vírus, bactérias e fungos que vivem dentro de nós em estado dormente. A alteração, para pior, do pH, dos níveis de oxigênio, dos níveis de CO2, da voltagem das células e dos níveis de hidratação abre precedentes para que tais patógenos invadam a corrente sanguínea e os tecidos. Eles se desenvolvem sob condições totalmente desfavoráveis para as células saudáveis, por isso temos que atacá-los com condições que gerem saúde para vencer a guerra contra o câncer. E não devemos esquecer que, com a redução dos níveis de CO2 no organismo de pacientes com câncer e a aceleração do ritmo respiratório, a temperatura do corpo cai.

O Dr. David Jernigan escreveu:

“Uma das características mais comuns observadas em pacientes de câncer é uma temperatura corporal baixa ou uma distribuição desregulada da temperatura no organismo. Não estou defendendo os tratamentos à base de hipertermia que vêm sendo usados para ‘matar células cancerosas’.

Numa situação em que a febre se apresenta como um processo ativo de desenvolvimento e cura em um organismo sadio, a baixa temperatura jamais poderia ser considerada normal ou saudável, não sendo um mecanismo de aprendizado ou desenvolvimento do corpo. A baixa temperatura corporal cria um ambiente propício para vírus e infecções crônicas, e é sinal de degeneração e morte gradual das células.

A baixa temperatura corporal é a praga do século 21. Aqueles que têm baixa temperatura corporal não reagem de maneira eficaz mesmo aos medicamentos e terapias ideais. A redução da temperatura nuclear do organismo resulta na redução da energia celular. A inteligência cooperativa e coletiva do organismo humano fica prejudicada quando a temperatura abaixa. Consequentemente, todas as funções celulares ficam reduzidas. Há um aumento de produção de hormônios, neurotransmissores e outros processos químicos necessários para um organismo saudável e regulado.

Sob essa condição de hipotermia suave, o organismo fica mais suscetível a doenças infecciosas. Com a redução da temperatura, a acidez aumenta e as células, cuja polaridade normalmente é negativa, passam a ter uma carga mais positiva.”

O que acontece quando esfria? Ao pular numa piscina gelada, você respira mais profunda e rapidamente. O oposto ocorre em temperaturas mais quentes. Numa banheira aquecida, é possível notar que a respiração fica mais lenta. É por isso que a água quente é muito usada para relaxamento. O aumento da temperatura causa a diminuição do ritmo respiratório e vice-versa.

Todas as reações químicas do organismo são facilitadas por enzimas. Em geral, as reações químicas necessitam de energia para ocorrer, e essa energia inicial muitas vezes pode ser bem intensa. Enzimas operam como intermediárias em reações químicas, ajudando a reduzir a energia necessária para desencadear uma reação, pela qual não são afetadas. As enzimas só funcionam corretamente sob condições muito específicas. Elas dependem do pH, que depende, entre outros fatores, dos níveis de CO2, bem como da voltagem e da temperatura das células. Temperaturas corporais abaixo de 36,8ºC (98,2ºC) podem causar diversas doenças devido à desaceleração dos processos enzimáticos.

Baixas temperaturas corporais são mais do que suficientes para explicar diversos problemas de saúde, como fadiga, dores de cabeça, enxaquecas, TPM, facilidade para ganhar peso, depressão, irritabilidade, retenção de líquidos, ataques de ansiedade e pânico, perda de cabelos, falta de memória, falta de concentração, falta de apetite sexual, unhas fracas, pele e cabelos secos, intolerância ao frio, intolerância ao calor, falta de motivação, falta de ambição, insônia, alergias, acne, síndrome do túnel do carpo, asma, sensações estranhas ao engolir, constipação, síndrome do intestino irritável, dores musculares e articulares, lentidão do processo de cura, suor anormal, Fenômeno de Raynaud, coceira, menstruação irregular, tendência para hematomas, zumbido nos ouvidos, ondas de calor, mau hálito, olhos secos / visão embaçada e mais.

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A temperatura corporal abaixo do normal pode indicar um problema grave de saúde, como hipotermia, sépsis ou anemia. A hipotermia, condição em que a temperatura corporal está abaixo de 35ºC (95ºF), representa risco de vida. Em geral, o organismo gera calor, mas quando se perde mais calor do que o organismo consegue produzir, ocorre a hipotermia.

Quanto mais frio o corpo, mais lenta a oscilação elétrica, tornando os fluidos corporais mais viscosos ou grossos.Quanto mais viscosos os fluidos, mais dificuldades o organismo tem de fazer com que circulem.Dr. David Jernigan

Quando a temperatura corporal cai, o organismo deixa de enviar calor às extremidades a fim de reservá-lo para os órgãos vitais. Em casos graves, ocorre a geladura. Extremidades frias geralmente recebem um fluxo sanguíneo menor, o que significa que menos sangue rico em oxigênio é enviado à extremidade distal. Consequentemente, os tecidos passam a produzir ácido lático e mais oxigênio é despejado nessas áreas frias.

Quando o corpo esfria, os vasos sanguíneos tendem a se contrair. O fluxo sanguíneo para a pele diminui, num esforço do organismo para conservar o calor. Assim, a pessoa apresenta tremedeira, causada pela contração involuntária e rápida dos músculos. A atividade muscular adicional ajuda o organismo a produzir calor, ajudando a manter a temperatura corporal dentro de um patamar seguro.

O termo médico usado para descrever a baixa temperatura corporal é hipotermia. A temperatura normal do corpo é de 37ºC (98,6ºF). Entretanto, essa temperatura geralmente varia entre 36,4-37,1ºC (97,5-98,8ºF); a hipotermia ocorre quando fica abaixo de 35ºC (95ºF). Se não for tratada, a temperatura abaixo do normal pode levar à falha generalizada dos sistemas respiratório e cardíaco, anemia etc., podendo levar à morte.

Pode haver muitos problemas de saúde por trás da queda de temperatura corporal. Em geral, esse problema é ignorado pela maioria das pessoas, que atribuem a sensação de frio ao ambiente. Entretanto, se outros habitantes da sua casa não sentirem tanto frio quanto você, aconselha-se procurar o médico para obter um diagnóstico adequado. Estas são algumas das causas mais comuns da baixa temperatura do organismo:

  • Diabetes
  • Insuficiência hepática
  • Insuficiência renal
  • Abuso de drogas ou álcool
  • Efeitos colaterais de determinados medicamentos
  • Sépsis ou infecção generalizada
  • Hipotiroidismo (deficiência da tireóide)
  • Doença de Addison (insuficiência da glândula adrenal)
  • Hipopituitarismo (disfunção do hipotálamo)

Se as mãos e pés estiverem frios e membros mais próximos do coração estiverem aquecidos, pode haver suspeita de hipotermia. A hipotermia é um sintoma facilmente identificável. É causada pela má circulação sanguínea. Baixas temperaturas fazem com que os vasos capilares das mãos e pés se contraiam. Quando isso ocorre, o sangue aquecido pelo coração não consegue transferir calor para todo o corpo, reduzindo a temperatura.

Além do frio externo, outros fatores que causam a contração dos vasos capilares são níveis baixos de CO2 e oxigênio, baixa voltagem celular e aumento de acidez. Quando ocorre a hipotermia, ao sistema nervoso simpático comanda o organismo e desacelera a circulação sanguínea.

O Dr. Nobuhiro Yoshimizu, autor do livro The Fourth Treatment for Medical Refugees: Thermotherapy in the New Century e diretor do Yokohama General Hospital, diz:

A relação entre o sistema imunológico e a temperatura corporal é muito importante. Se a temperatura estiver em torno de 36ºC, as funções imunológicas do organismo estarão num nível razoável. Entretanto, a uma temperatura de cerca de 35ºC, as funções imunológicas ficam prejudicadas. Esta é a temperatura ideal para a atividade das células de câncer. Se a temperatura sofre uma queda de 1ºC, as funções imunológicas apresentam uma queda de 40%, e a temperatura baixa cria um ambiente propício para diversas doenças.

O importante não é aumentar a temperatura em um grau. O que é preciso fazer é aumentar a temperatura corporal acima de 36ºC para que o organismo possa estimular o sistema imunológico, a fim de que ele combata o câncer. Segundo o Professor Abo Touru, da Universidade de Nagata, as funções imunológicas do organismo ficam 40% mais eficazes ao aumentarmos a temperatura em um grau. Apenas esta medida já dá conta de combater boa parte do câncer. Forças naturais como as funções imunológicas são importantes para o tratamento do câncer e afetam significativamente os resultados.

Segundo o Professor Abo, quando o organismo esfria, os vasos sanguíneos se contraem e os nervos simpáticos são estimulados. Quando o sistema nervoso simpático é estimulado, granulócitos são excretados, promovendo o processo de inflamação. Se conseguirmos estimular o sistema nervoso parassimpático durante o processo, aquecendo o corpo, ativaremos a produção de linfócitos, desencadeando a resposta imunológica.

O Dr. Yoshimizu é um especialista mundialmente conhecido pelo uso da termoterapia, e revela uma das formas mais simples e agradáveis de combater o câncer.

É sabido que as células cancerosas são sensíveis ao calor. É por isso que o aquecimento do corpo de fora para dentro, através da termoterapia, é muito eficaz. Como a massa tumoral tem baixo fluxo sanguíneo, sua temperatura pode ser facilmente aumentada. As células normais próximas ao tumor têm função termostática, por isso sua temperatura não aumenta tanto quanto a das células malignas.

Por isso há uma gradação de temperatura entre as células cancerosas e as células normais.

A uma temperatura de 42ºC, o tumor torna-se inativo. Entretanto, como a temperatura máxima das células normais é de 40ºC devido ao resfriamento promovido pelo fluxo sanguíneo, elas não sofrerão o mesmo impacto das células tumorais.

Estas, por não terem vasos sanguíneos suficientes, não são reguladas pelo sistema nervoso autônomo. Seu fluxo sanguíneo é insuficiente, produzem lactatos e estão em estado ácido. Quanto mais ácidas as células, mais sensíveis ao calor. Aumentando-se a temperatura acima de 42ºC, as células cancerosas ficam mais propensas a morrer naturalmente.

A “termoterapia” é utilizada como base da nossa terapia de reforço imunológico. Como as temperaturas da maioria dos pacientes de câncer encontra-se abaixo de 36ºC, precisamos aumentar a temperatura a fim de ativar o sistema imunológico.

Além disso, como as células cancerosas são vulneráveis ao calor, a termoterapia consegue matá-las e, ao mesmo tempo, ativar o sistema imunológico, apresentando efeito duplo.

Como já foi dito, as células cancerosas são vulneráveis ao calor. Embora células normais tenham condições de lidar com temperaturas de até 47ºC, as células cancerosas só conseguem lidar com temperaturas de até 42ºC. Considerando-se as características das células normais e cancerosas, vários métodos para o tratamento do câncer já foram utilizados, como lavagem peritoneal com água quente após cirurgias de retirada de tumores.

Diversos relatos mostram que houve a cura do câncer após uma febre alta. Além disso, um terço dos pacientes que se curaram naturalmente tiveram febre alta.

A termoterapia imunológica não tem efeitos colaterais

A termoterapia imunológica para combate ao câncer não apresenta efeitos colaterais e é muito eficaz para ajudar os pacientes a vencerem a doença. Ao aquecermos o corpo de fora para dentro, temos a sensação de calor e recuperação da saúde e da força.

O Dr. Frank T. Kobayashi vem utilizando a termoterapia no tratamento do câncer há dez anos. Quando ele implantou o método em grandes hospitais, 70% de 52 pacientes em estágio terminal se curaram. O tratamento consiste em sessões de duas horas de termoterapia combinadas com tratamentos quimioterápicos. O tratamento combinado resultou em uma redução da dose de quimioterapia em 1/10-1/20. O objetivo era levar as células cancerosas à apoptose, aumentando-se a temperatura corporal para 39-40ºC. A essa temperatura, o sistema imunológico apresenta uma eficácia de duas a 20 vezes maior.

Conclusão

A eficácia do tratamento do câncer através da hipertermia oferecido pelo Bicher Cancer Institute para combater o câncer de mama, cabeça e pescoço e próstata foi descrita no resumo do trabalho publicado na Revista Alemã de Oncologia: as taxas de reação entre pacientes com câncer de mama foram de 82%, entre pacientes com câncer de cabeça e pescoço, 88%, e entre pacientes com câncer de próstata, 93%. As taxas de sobrevivência projetadas ao longo de cinco anos entre pacientes com câncer de mama foram de 80%, entre pacientes com câncer de cabeça e pescoço, 88%, e entre pacientes com câncer de próstata, 87%.

Os pesquisadores concluíram que altas temperaturas podem afetar e destruir células cancerosas de tumores malignos. Conforme as células cancerosas vão morrendo, o tumor maligno vai encolhendo. A terapia de hipertermia aplicada diretamente sobre as células cancerosas, usada em conjunto com outras estratégias para reduzir o câncer, pode curar e traz a promessa de remissão do tumor. O uso do Bio-Mat dá acesso a essa estratégia de cura de maneira confortável e prazerosa.[1]

Os tratamentos à base de calor não são novidade. O calor vem sendo usado para curar há muito tempo. Desde os tempos remotos a humanidade utiliza a técnica do suadouro – dos banhos turcos às saunas dos spas modernos. Em 5.000 AC, os egípcios tratavam tumores com calor; Parminidas, médico grego do século 500 AC, disse: “Dê-me uma chance de estimular a febre e curarei qualquer doença.”

O Bio-Mat é um tratamento diferente e muito mais barato do que qualquer tratamento oferecido pela oncologia ortodoxa. O design do Bio-Mat concentra-se nas ondas infravermelhas longas mais benéficas concentradas em 6,5-9,32 mícrons “humanos”. Ele possui um sensor que assegura que apenas ondas desse tamanho sejam emitidas pela superfibra patenteada de Kurera, uma das 17 camadas do Bio-Mat.

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O quartzo de ametista é usado para duplicar ou triplicar naturalmente o infravermelho longo. O infravermelho longo normal emitido pelo sol, pelas saunas de infravermelho ou lâmpadas infravermelhas tem uma penetração de apenas 2,5-5 centímetros devido às tecnologias usadas. O Bio-Mat tem uma penetração de 15 a 20 centímetros, proporcionando uma experiência mais calmante e benéfica. Além disso, é seguro permanecer sobre o Bio-Mat por longos períodos de tempo, mesmo durante a noite, ajustando a intensidade para o mínimo.

A medicina moderna também observa que, em pacientes de câncer, a febre às vezes iniciava o processo de remissão. Essa observação levou o Dr. William Coley, do Memorial Sloan-Kettering, a publicar um ensaio em 1891 sobre como a febre induzida em pacientes de câncer poderia estimular a resposta imunológica e levar à remissão.

Isso é medicina tradicional. É eficaz, rápida e simples o suficiente para ser usada em casa com supervisão médica mínima. O BioMat é simplesmente o melhor dispositivo de infravermelho longo existente. Gera um grande conforto e oferece aos pacientes de câncer e outras doenças mais chances de cura.

Este artigo foi traduzido do site drsircus.com. Artigo original em inglês: Using a Far Infrared Heating Pad to Help Treat Cancer

[1] http://www.bio-mats.com/far_infrared_studies#cancer